Oh! Rei!
Quizera eu – ser como tu – ter nascido e permanecer virgem
Em pleno agosto com teu lirismo vasto
Capaz de encantar as mais formosas mulheres
Enamorá-las, porém, conservar-se, incólume e casto
Disso, contudo, o destino não me privilegiou
Porém, presenteou-me com o manto do teu abrigo
Deu-me a honra, alegria e privilégio maior
De ser, deste Rei, um amigo
Um Rei que se expõe e põe
Amorosamente, tuas idéias à frente do teu sentimento
Preenchendo com elas nossos corações de alegria
Sedimentando, assim, contentamento
Assim, és Rei pela força, sabedoria e fé
Também pelo encantamento da vida que provoca vertigem
És Rei porque a natureza assim o dotou
E és Rei porque és puro e és virgem
Polibio Hélio Lago
SSA, 30/8/2010
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