sexta-feira, 17 de junho de 2011

O REI VIRGEM


Oh! Rei!


Quizera eu – ser como tu – ter nascido e permanecer virgem
Em pleno agosto com teu lirismo vasto
Capaz de encantar as mais formosas mulheres
Enamorá-las, porém, conservar-se, incólume e casto

Disso, contudo, o destino não me privilegiou
Porém, presenteou-me com o manto do teu abrigo
Deu-me a honra, alegria e privilégio maior
De ser, deste Rei, um amigo

Um Rei que se expõe e põe
Amorosamente, tuas idéias à frente do teu sentimento
Preenchendo com elas nossos corações de alegria
Sedimentando, assim, contentamento

Assim, és Rei pela força, sabedoria e fé
Também pelo encantamento da vida que provoca vertigem
És Rei porque a natureza assim o dotou
E és Rei porque és puro e és virgem

                                                        Polibio Hélio Lago
                                                         SSA, 30/8/2010

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