À primeira vista porque nus e sensuais
Rumei meus olhos aos seios dela
Que se encontrava sentada sozinha no banco traseiro do carro
Com seu motorista, icógnito!
Eram lindos tal qual ela e a criança
Que, repentinamente, surgiu, passando a sugar-lhe os seios
De dar inveja a uma criança qualquer, como eu
Que, cegamente desprotegido, antecipei-me à criança - que não via – com tal desejo
E foi um lindo pecado
Um pecado perdoado
Porque foi um pecado de criança ingênua
Desejando o indesejado
Polibio Hélio Lago
SSA, 12/5/2008